Durante esta semana vimos o “caos” reinando no império do tio Bill. Devido a falhas em DLLs no sistema da Microsoft foram encontradas cerca de 30 vulnerabilidades em seus produtos.

dll

HDMoore e sua trupe imediatamente atualizaram o svn do Metasploit com o exploit para explorar está vulnerabilidade. Só que no estilo “Nóis morde, mas nóis também assopra” foi criado uma ferramenta de auditoria, assim usuários do sistema de Redmond podem auditar seus sistemas em busca de falhas.

O site Exploitdb também disponibilizou dezenas de exploits para explorar estas falhas, usem com muita cautela.

Porém foi descoberto que algumas distribuições Linux possuem uma vulnerabilidade similar, a falha deu início através de um patch do Debian ano passado. Distribuições como Ubuntu e Fedora também estão vulneráveis de acordo com as discussões iniciadas pelo pesquisador em segurança Tim Brown.

Segundo Brown, a falha foi introduzida num patch do Debian lançado em março de 2009.

Na lista de discursão Full-Disclosure um usuário informou que consegiu reproduzir a falha no Apache CoucheDB rondando no Ubuntu 10.04 e o time de segurança do Fedora informou que o sistema realmente encontra-se vulnerável.

ms

No Linux este bug não apresenta-se na mesma escala que nos sistemas Windows já que a nele a falha é de arquitetura surgindo desde 2002.

Segundo o boletim MS10-aug lançado 10 de agosto de 2010 a Microsft informa que já foram criadas as correções para estas falhas e trazem maiores informações juntamente com links para ferramentas de detecção.

Leia mais:

Some Linux Distros Vulnerable to Version of DLL Hijacking Bug
DLL Hijacking: Facts and Fiction
Exploit Code, List of Apps Vulnerable to DLL Hijacking Hit the Web

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Relatórios recentes [1] [2] revelam que vários servidores ssh estão sendo vitimas de ataques de força bruta pelo bot dd_ssh.

A porta de entrada destes ataques é uma vulnerabilidade encontrada na ferramenta phpMyadmin, está vulnerabilidade afeta as versões 2.11.x anteriores a 2.11.9.5 e 3.x anteriores à 3.1.3.1.

Aparentemente o botnet injeta um script malicioso através do phpMyAdmin. A máquina comprometida servirá de zumbi para ataques a outros servidores.

Para os usuários desta ferramenta recomendo 2 soluções:

1 – Remova ela totalmente do seu servidor, a utilização de ferramentas como Webmin, phpMyAdmin e etc não são recomendadas.

2 – Se você não quer seguir a 1a recomendação então atualize o phpMyAdmin para a versão mais atual

Para evitar ataques de SSH Brute Force recomendo:

1 – Utilização de senhas fortes e se possível uso de chaves DSA

2 – Alterar a porta padrão do ssh

3 – Uso do Port Knocking ( knockd ou SPA )

4 – Uso do Ossec HIDS

= = Atualização = =

Recebi o alerta de 02 servidores sobre a tentativa de ataque do bot dd_ssh

82.145.xx.xx – - [13/Aug/2010:07:19:36 -0300] “GET /phpadmin/scripts/setup.php HTTP/1.1″ 404 192 “-” “ZmEu”
82.145.xx.xx – - [13/Aug/2010:07:19:35 -0300] “GET /typo3/phpmyadmin/scripts/setup.php HTTP/1.1″ 404 198 “-” “ZmEu”
82.145.xx.xx – - [13/Aug/2010:07:19:35 -0300] “GET /mysqladmin/scripts/setup.php HTTP/1.1″ 404 194 “-” “ZmEu”
82.145.xx.xx – - [13/Aug/2010:07:19:34 -0300] “GET /myadmin/scripts/setup.php HTTP/1.1″ 404 192 “-” “ZmEu”
82.145.xx.xx – - [13/Aug/2010:07:19:33 -0300] “GET /dbadmin/scripts/setup.php HTTP/1.1″ 404 191 “-” “ZmEu”
82.145.xx.xx – - [13/Aug/2010:07:19:33 -0300] “GET /admin/phpmyadmin/scripts/setup.php HTTP/1.1″ 404 196 “-” “ZmEu”

O IP zumbi é da Turquia

IP Information – 82.145.xx.xx

IP address: 82.145.xx.xx
Reverse DNS: www.world-education-center.org.
Reverse DNS authenticity: [Verified]
ASN: 29179
ASN Name: KIBRISONLINE-AS (Kibrisonline Ltd.)
IP range connectivity: 6
Registrar (per ASN): RIPE
Country (per IP registrar): TR [Turkey]
Country Currency: TRL [Turkey Liras]
Country IP Range: 82.145.224.0 to 82.145.255.255
Country fraud profile: High
City (per outside source): Mersin, Icel
Country (per outside source): TR [Turkey]
Private (internal) IP? No
IP address registrar: whois.ripe.net
Known Proxy? No
Link for WHOIS: 82.145.xx.xx

Ao acessá-lo dou de cara com um phpMyAdmin

Como sigo as recomendações acima este IP foi bloqueado automaticamente:

active-responses.log:Fri Aug 13 07:19:38 BRT 2010 /var/ossec/active-response/bin/host-deny.sh add – 82.145.xx.xx 1281694778.24427 31151
active-responses.log:Fri Aug 13 07:19:38 BRT 2010 /var/ossec/active-response/bin/firewall-drop.sh add – 82.145.xx.xx 1281694778.24427 31151

Fonte

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Openldap

Uma autenticação centralizada faz parte do processo de adequação do ambiente as boas práticas de segurança. Esta solução provê recursos que atendem aos principios de autenticidade e não-repúdio. Usando a criptografia juntamente com esta solução poderemos previnir ataques de hijacking, spoofing e man in the middle.

O LDAP (Lightweight Directory Access Protocol) é um protocolo cliente-servidor, utilizado para acessar um serviço de Diretório. Ele foi inicialmente usado como uma interface para o X.500, mas também pode ser usado com autonomia e com outros tipos de servidores de Diretório. Atualmente vem se tornando um padrão, diversos programas já têm suporte a LDAP. Livros de endereços, autenticação, armazenamento de certificados digitai
s (S/MIME) e de chaves públicas (PGP), são alguns dos exemplos onde o LDAP já é amplamente utilizado.

O Openldap é a solução livre para a implementação do LDAP. Diferentemente das soluções proprietárias ( e.g. Active Directory ™ ), ele implementa de forma fidedigna as especificações das RFCs deste protocolo.

Este artigo têm como principal objetivo ensinar como implantar uma solução livre e gratuita de autenticação com segurança. Não abordarei conceitos sobre o funcionamento do protocolo, para isso recomendo a leitura das referências.

Inicialmente irei configurar um servidor LDAP e um cliente autenticando nesta base. Os próximos artigos apresentarei como integrar outros serviços com HTTP ( Apache ), Proxy ( Squid ) , Email ( Postfix + Dovecot ) ao serviço de diretório.

Divirtam-se!!

= Configurando o LDAP server ==

Instale os pacotes necessários

aptitude install slapd ldap-utils migrationtools

dpkg-reconfigure slapd

DNS domain name: acme.local
Organization name: acme
Database backend to set: HDB
Do you want the database to be removed when slapd is purged? No
Move old database? Yes
Allow LDAPv2 protocol? Yes

== Adicionando Schemas ==

Acesso o diretório /etc/ldap/schemas

cd /etc/ldap/schemas

Faça o download dos schemas. Eles serão importantes na implementação do kerberos e na autenticação dos usuários do Postfix

wget http://www.bayour.com/openldap/schemas/krb5-kdc.schema

wget http://trac.kyapanel.com/export/360/trunk/ldap/schema/qmailuser.schema

Edite o arquivo /etc/ldap/slapd adicionando os novos schemas e novos indices no index

vim /etc/ldap/slapd.conf

include /etc/ldap/schema/krb5-kdc.schema
include /etc/ldap/schema/qmailuser.schema

index objectClass,ou,cn,sn,uid,uidNumber,mail,mailAlternateAddress,mailForwardingAddress,memberUid eq

Reinicie o slapd

invoke-rc.d slapd restart

== Testando ==

ldapsearch -x -b “dc=acme,dc=local”

# extended LDIF
#
# LDAPv3
# base with scope subtree
# filter: (objectclass=*)
# requesting: ALL
#

# acme.local
dn: dc=acme,dc=local
objectClass: top
objectClass: dcObject
objectClass: organization
o: acme
dc: acme

# admin, acme.local
dn: cn=admin,dc=acme,dc=local
objectClass: simpleSecurityObject
objectClass: organizationalRole
cn: admin
description: LDAP administrator

# search result
search: 2
result: 0 Success

# numResponses: 3
# numEntries: 2

== Migrando os usuários e grupos locais com o migration tools ==

O migrationtools é um conjunto de scripts responsáveis por migrar as informações locais como hosts, serviços, usuários, grupos e etc para a infraestrutura do LDAP.

Edite as seguintes linhas do arquivo /usr/share/migrationtools

vim migrate_common.ph

$DEFAULT_MAIL_DOMAIN = “acme.local”;

$DEFAULT_BASE = “dc=acme,dc=local”;

$EXTENDED_SCHEMA = 1;

Importe a base

./migrate_base.pl > base.ldif

O arquivo base.ldif contém a infraestrutura básica de OUs ( Unidades Organizacionais ). Como o objetivo de nosso LDAP é autenticação então edite o arquivo base.ldif deixando somente as seguintes informações:

dn: dc=acme,dc=local
dc: acme
objectClass: top
objectClass: domain
objectClass: domainRelatedObject
associatedDomain: acme.local

dn: ou=People,dc=acme,dc=local
ou: People
objectClass: top
objectClass: organizationalUnit
objectClass: domainRelatedObject
associatedDomain: acme.local

dn: ou=Group,dc=acme,dc=local
ou: Group
objectClass: top
objectClass: organizationalUnit
objectClass: domainRelatedObject
associatedDomain: acme.local

Migre as contas e as senhas dos usuários

ETC_SHADOW=/etc/shadow ./migrate_passwd.pl /etc/passwd > passwd.ldif

Migre os grupos

./migrate_group.pl /etc/group > group.ldif

== Atualize o BD do LDAP ==

ldapadd -h localhost -x -W -D “cn=admin,dc=acme,dc=local” -c -f base.ldif

ldapadd -h localhost -x -W -D “cn=admin,dc=acme,dc=local” -c -f passwd.ldif

ldapadd -h localhost -x -W -D “cn=admin,dc=acme,dc=local” -c -f group.ldif

== Testando ==

ldapsearch -LL -H ldap://localhost -b”dc=acme,dc=local” -x “(uid=alexos)”

dn: uid=alexos,ou=People,dc=acme,dc=local
uid: alexos
cn: alexos
sn: alexos
mail: alexos@acme.local
objectClass: person
objectClass: organizationalPerson
objectClass: inetOrgPerson
objectClass: posixAccount
objectClass: top
objectClass: krb5Principal
objectClass: shadowAccount
shadowMax: 99999
shadowWarning: 7
krb5PrincipalName: alexos@ACME.LOCAL
loginShell: /bin/bash
uidNumber: 1000
gidNumber: 1000
homeDirectory: /home/alexos
gecos: alexos,,,

Referências:

Andreaswacker
Linsec.ca
Openldap.org

Continua….

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Openldap

Com o servidor funcionando corretamente irei restringir os acessos pelas ACLs e adicionar criptografia ( ldaps ) como camada de segurança.

== ACLs ==

Edite o arquivo /etc/ldap/slapd.conf restrigindo o acessos ao BD midificando as ACL como o exemplo abaixo:

vim /etc/ldap/slapd.conf

access to attrs=userPassword
by anonymous auth
by self write
by * none

access to dn.base=”" by * read

access to *
by * read

Gerando a senha em SSHA

slappasswd -h {SSHA}

Informe a senha do ADMIN e confirme

Edite o arquivo /etc/ldap/slapd.conf

vim /etc/ldap/slapd

suffix “dc=acme,dc=local”
rootdn “cn=admin,dc=acme,dc=local”
rootpw “{SSHA}irRG0yGfiDoBbKqX5rRTBzy+23J5rt+J”

Reincie o slapd

invoke-rc.d slapd restart


== LDAP com TLS/SSL ( LDAPs ) ==

Para habilitar o TLS/SSL no servidor execute os seguintes passos:

Crie e acesse o diretório ssl em /etc/ldap

mkdir /etc/ldap/ssl

cd ssl

Caso você não possua um certificado assinado por uma CA crie uma CA usando o comando

/usr/lib/ssl/misc/CA.sh -newca

CA certificate filename (or enter to create) [ Pressine ENTER ]
Enter PEM pass phrase: [ INFORME A SENHA ]
Verifying – Enter PEM pass phrase: [ REPITA A SENHA ANTERIOR ]
Country Name (2 letter code) [AU]:BR
State or Province Name (full name) [Some-State]:Bahia
Locality Name (eg, city): Salvador
Organization Name (eg, company) [Internet Widgits Pty Ltd]:ACME
Organizational Unit Name (eg, section) :IT
Common Name (eg, YOUR name) :localhost
Email Address:admin@acme.local

No campo “A challenge password: [ Pressione ENTER ]
An optional company name: [ Pressione ENTER ]
Enter pass phrase for ./demoCA/private/./cakey.pem: [ Digite a senha definida no "Enter PEM pass phrase" ]

Crie a chave:

openssl req -newkey rsa:1024 -nodes -keyout newreq.pem -out newreq.pem

Country Name (2 letter code) [AU]:BR
State or Province Name (full name) [Some-State]:Bahia
Locality Name (eg, city):Salvador
Organization Name (eg, company) [Internet Widgits Pty Ltd]:ACME
Organizational Unit Name (eg, section):IT
Common Name (eg, YOUR name):localhost
Email Address:admin@acme.local
A challenge password: [ Pressione ENTER ]
An optional company name: [ Pressione ENTER ]

Assine a chave criada usando a CA.

/usr/lib/ssl/misc/CA.sh -sign

Digite a senha da CA e responda todos os questionamentos como “y”

Copie o arquivo cacert.pem para o diretório /etc/ldap/ssl

cp demoCA/cacert.pem /etc/ldap/ssl/

Altere o dono dos arquivo .pem

chown openldap *.pem

Altere as permissões de acesso aos arquivos .pem

chmod 600 *.pem

Adicione as seguintes linhas no arquivo /etc/ldap/slapd.conf:

TLSCACertificateFile /etc/ldap/ssl/cacert.pem
TLSCertificateFile /etc/ldap/ssl/newcert.pem
TLSCertificateKeyFile /etc/ldap/ssl/newreq.pem
TLSVerifyClient never

Descomente e edite o arquivo /etc/default/slapd habilitando o ldaps

vim /etc/default/slapd

SLAPD_SERVICES=”ldaps:///”

Edite o arquivo /etc/ldap/ldap.conf adicionando a seguinte linha:

TLS_REQCERT never

Reinicie o slapd

invoke-rc.d slapd restart

== Testando ==

ldapsearch -LL -H ldaps://localhost -b”dc=acme,dc=local” -x “(uid=alexos)”

Após a modificações apresentadas anteriormente nosso arquivo /etc/ldap/slapd.conf ficará como no exemplo abaixo:

Exemplo arquivo /etc/ldap/slapd.conf

allow bind_v2

include /etc/ldap/schema/core.schema
include /etc/ldap/schema/cosine.schema
include /etc/ldap/schema/nis.schema
include /etc/ldap/schema/inetorgperson.schema
include /etc/ldap/schema/krb5-kdc.schema
include /etc/ldap/schema/qmailuser.schema

pidfile /var/run/slapd/slapd.pid

TLSCACertificateFile /etc/ldap/ssl/cacert.pem
TLSCertificateFile /etc/ldap/ssl/newcert.pem
TLSCertificateKeyFile /etc/ldap/ssl/newreq.pem
TLSVerifyClient never

argsfile /var/run/slapd/slapd.args

loglevel none

modulepath /usr/lib/ldap
moduleload back_hdb

sizelimit 500

database hdb

suffix “dc=acme,dc=local”
rootdn “cn=admin,dc=acme,dc=local”
rootpw “{SSHA}/v+HeJBQferYPfYFkqqa1TwIGmW2piFv”

directory “/var/lib/ldap”

index objectClass,ou,cn,sn,uid,uidNumber,mail,mailAlternateAddress,mailForwardingAddress,memberUid eq

lastmod on

access to attrs=userPassword
by anonymous auth
by self write
by * none

access to dn.base=”" by * read

access to *
by * read

Referências:

Andreaswacker
Linsec.ca
Openldap.org

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É pessoal!! Acho que a equipe de segurança do Facebook chutou algum ebó ( macumba ) por esses dias porque nos últimos dias os blogs e sites especializados em segurança lançaram alguns Full-Disclosures sobre este que é uns dos maiores sites de redes sociais. Segundo o site Alexa o Facebook só perde para o Google ficando acima do Youtube em acessos diários.

Na semana passada um tweet da @FSLabsAdvisor divulgou um Directory do Facebook contendo a lista de todos os seus usuários, ai começa a semana de cão dos caras. Para facilitar a vida um script foi criado para o Nmap facilitando o download da lista contida no diretório.

Para acabar de estragar a semana dos caras resolveram disponibilizar a lista via torrent. Nela você encontrará fotos, informações pessoais, URL, amigos exceto se o usuário habilitou o item de privacidade então somente aparecerão seu nome e foto.

Acredito que neste momento você deve estar clicando para sair deste post. Eu não recomendo porque o melhor vem agora….

Ron Bowes autor do blog Skull Security criou um web crawler em Ruby que baixa a lista completa apresentando resultados realmente interessantes. Usando o script ele conseguiu nada menos do que 171 milhões de contas gerando uma lista das contas top do site.

Junto com o esse vacilo foi divulgado pela Acunetix um artigo técnico e o video abaixo apresentando um ataque de XSS no site do Facebook.

As vulnerabilidades encontradas não são novas em sites de redes sociais, recentemente a mesma falha de XSS permitiu que milhares de usuários do Orkut caissem no conto das Moedas Verde gratuitas para o jogo Colheita Feliz.

Um javascript era executado permitindo que o atacante enviasse scraps usando seu perfil, alterando todas sua informações além de fazer um cache poisoning redirecionando a tela do login para um site fake para sequestrar ( hijacking ) seu perfil.

Facebook, Twitter, Noosfero entre outros sites de redes sociais sempre serão vitimas destes e de outros tipos de ataques pois nele estão contidos muitas informações sobre seus usuários.

Para os usuários destas redes fica a dica para evitar cadastrar informações importantes, fotos pessoais e sempre utilizar ferramentas que alertam possiveis falhas como as apresentadas acima.

Fontes:

HelpNet Security

Security-Sh3ll

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H2HC

Iniciada a chamada de tabalhos da 7a. edição da H2HC ( Hackers to Hackers ), tradicional evento brasileiro que ocorre desde 2004 ficando melhor e mais profissional a cada ano.

Hackers To Hackers Conference (H2HC) é uma conferência organizada por pessoas que trabalham ou que estão diretamente envolvidas com pesquisas e desenvolvimento na área de segurança da informação, cujo principal objetivo é permitir a disseminação, discussão e a troca de conhecimento sobre segurança da informação entre os participantes e também entre as empresas envolvidas no evento. Com treinamentos e palestras apresentadas por membros respeitados do mundo corporativo, grupos de pesquisas e comunidade underground, neste ano a conferência promete demonstrar técnicas que nunca foram vistas ou discutidas com o público anteriormente.

Contando com patrocinadores, um apoio de peso, excelentes palestras e trainamentos o evento ocorrerá dias 27 e 28 de novembro no Hotel Novotel Morumbi em São Paulo.

Informações

Prazos e submissões

Prazo máximo para submissao de propostas: 25 de Setembro de 2010
Prazo máximo para submissao de slides: 05 de Outubro de 2010
Notificação de aceitação ou reijeição: não antes de 10 de Outubro de 2010

* E-mail para submissões de propostas: rodrigo *noSPAM* kernelhacking *dot* com *

Junto com a submissão do artigo devem ser fornecidos os seguintes detalhes:

– Nome do palestrante, endereço, e-mail, número de telefone e informações gerais para contato
– Uma breve, porém informativa descrição sobre sua palestra
– Uma mini biografia do palestrante, incluindo organização, empresa e afiliações
– Tempo estimado de duração da palestra
– Tópico geral da palestra (ex.: segurança de rede, programação segura, forense computacional, etc.)
– Qualquer outro requerimento técnico para sua apresentação
– A necessidade de visto para entrada no Brasil

Maiores informações:

H2HC Conference – http://www.h2hc.org.br

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O OWASP (Open Web Application Security Project) solicita propostas de apresentações para a conferência AppSec Brasil 2010, que ocorrerá na Fundação CPqD em Campinas, SP, de 16 a 19 de novembro de 2010. Haverá mini-cursos nos dias 16 e 17, seguidos de sessões plenárias de trilha única nos dias 18 e 19 de novembro de 2010.

Buscamos pessoas e organizações que queiram ministrar palestras sobre segurança de aplicações. Em particular destacamos os seguintes tópicos de interesse:

Modelagem de ameaças em aplicações (Application Threat Modeling)

Riscos de Negócio em Segurança de aplicações (Business Risks with Application Security)

Aplicações de Revisões de Código (Hands-on Source Code Review)

Métricas Aplicadas a Segurança de Aplicações (Metrics for Application Security)

Ferramentas e Projetos do OWASP (OWASP Tools and Projects)

Tópicos de Privacidade em Aplicações e Armazenamento de Dados (Privacy Concerns with Applications and Data Storage)

Práticas de Programação Segura (Secure Coding Practices)

Programas de Segurança para todo o Ciclo de Vida de aplicações

(Secure Development Lifecycle Programs)

Tópicos de Segurança para tecnologias específicas (AJAX, XML, Flash, etc) (Technology specific presentations on security such as AJAX, XML, etc)

Controles de Segurança para aplicações Web (Web Application Security countermeasures)

Testes de Segurança de aplicações Web (Web Application Security Testing)

Segurança de Web Services ou XML (Web Services, XML and Application Security)

A lista de tópicos não é exaustiva; outros tópicos podem ser abordados, desde que em consonância com o tema central do evento.

Para submeter uma proposta, preencha o formulário disponível em http://www.owasp.org/images/6/68/OWASP_AppSec_Brasil_2010_CFP%28pt-br%29.rtf.zip, que deve ser enviado através da página da conferência no site Easychair: http://www.easychair.org/conferences/?conf=appsecbr2010

Cada apresentação terá 45 minutos de duração, seguidos de 10 minutos para perguntas da platéia. Todas as apresentações deverão estar em conformidade com as regras definidas pelo OWASP em seu “Speaker Agreement”.

Datas importantes:

A data limite para apresentação de propostas é 17 de agosto de 2010 às 23:59, horário de Brasília.
A notificação de aceitação ocorrerá até o dia 8 de setembro de 2010.
A versão final das apresentações deverá ser enviada até o dia 30 de setembro de 2010.
A comissão organizadora da conferência pode ser contactada pelo e-mail: organizacao2010@appsecbrasil.org

Para mais informações, favor consultar as seguintes páginas:
Página da conferência: http://www.owasp.org/index.php/AppSec_Brasil_2010_(pt-br)
OWASP Speaker Agreement (em inglês): http://www.owasp.org/index.php/Speaker_Agreement
Página do OWASP: http://www.owasp.org
Página da conferência no Easychair: http://www.easychair.org/conferences/?conf=appsecbr2010
Formulário para apresentação de propostas: http://www.owasp.org/images/f/f7/OWASP_AppSec_Brasil_2010_CFP.rtf.zip

ATENÇÃO: Não serão aceitas propostas sem TODAS as informações solicitadas no formulário

Fonte:

Wagner Elias – Think Security First

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O pesquisador de segurança da Informação Craig Heffner da Seismic apresentará a palestra “How to Hack Millions of Routers.” na próxima edição da Black Hat que ocorrerá de 24 a 29 de julho em Las Vegas.

Nesta palestra será apresentado um ataque capaz de invadir roteadores ADSL de vários fabricantes como Dell, Linksys, Verizon Fios entre outros. Ele está desenvolvendo um software capaz de invadir estes roteadores usando a variante de uma antiga técnica conhecida como “DNS rebinding”.

A vulnerabilidade que permite este ataque já foi “corrigida” a anos, porém Heffner afirma que a correção não foi bem aplicada permitindo que usuários conectados tenham suas sessões captudas ( hijacking ) e suas informações roubadas.

A falha é explorada através do DNS ( Domain Name System ), segundo Heffner será criado um site “isca” que ao ser acessado executará um script. Este script fará a captura da sessão permitindo que o atacante acesse a rede da vitima.

A dúvida que paira no ar é como este ataque será apresentado no evento, pois os navegadores possuem ferramentas de detecção quando um site está infectado com um possível malware. O pesquisador afirma que as correções implementadas no OpenDNS e no plugin NoScript do Firefox não bloqueiam o ataque.

Veja a lista dos equipamentos onde a invasão foi bem sucedida:

Mas nada é fácil como parece. Para o ataque ser bem sucedido o roteador da vitima deverá possuir alguma vulnerabilidade explorável ou simplesmente estar configurado com a senha padrão do usuário admin. O que não será muito difícil de encontrar já que são pouquissimos usuários que se preocupam em alterar a senha padrão do seu roteador ou mantem o firmware do equipamento atualizado.

Então segue a dica de ouro:

“Mantenham o firmware dos seus routers atualizados e alterem a senha padrão do usuário admin”

E como o próprio Heffner diz:

“Eu não sou o primeiro a falar na Black Hat sobre DNS rebinding, nem serei o último…”

Fonte:

“Millions” Of Home Routers Vulnerable To Web Hack

Referências:

DNS rebinding
Protecting Browsers from DNS Rebinding Attacks
[Video] DNS Rebinding with Robert RSnake Hansen

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Pic of week

Posted: 11th May 2010 by alexos in Uncategorized
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